terça-feira, 25 de setembro de 2012

25 de setembro - Celebração do dia


Pyanopsia, na Grécia, a Festa dos Feijões, comemorando as belas deusas das estações chamadas Horae ou Horas. As Horas eram filhas de Themis e Júpiter, chamadas de Porteiras do Céu e encarregadas de abrir e fechar as portas do tempo. Originariamente eram apenas três: Eunominia, da boa ordem; Diceia, da justiça e Eirene, da paz. Posteriormente, foram relacionadas às
estações e acrescentaram-se mais duas: Carpo e Thelete, as guardiãs dos frutos e flores. Quando os gregos dividiram o dia em doze partes iguais, o número delas foi aumentando para doze e foram chamadas de “as doze irmãs”: Acme, Auxo, Anatole, Carpo, Diceia, Dysis, Eirene, Eunomia, Euporia, Gymnasia, Thelete e Talo. As Horas presidiam a educação das crianças e regulavam a vida dos homens. Antigamente eram representadas coroadas com folhas de palmeiras, depois, nos tempos modernos, com asas de borboletas e segurando ampulhetas e relógios.
Na Groenlândia, Alaske e Sibéria, comemoração esquimó da deusa Sedna, a protetora dos mares profundos, senhora da vida e da morte, nutridora e guardiã de seu povo, desde que ele respeitasse suas leis. Após serem abatidas, as almas dos animais deveriam permanecer junto a seus corpos por três dias, para levarem informações para a Deusa sobre o comportamento dos homens. Se suas leis fossem infringidas, ela punia os homens com doenças, fome e tempestades.
Celebração dos Serafins, os anjos da sabedoria. Na Cabala, os Sephiroths são os dez atributos ou emanações do Divino, sendo reverenciados no Oriente próximo e na Espanha, antigamente. A Mãe Primordial dos Sephirots é Sephira, que, junto com Binah e Chokmah forma uma tríade, sendo identificada, às vezes, como Sophia, por ser chamada de “A Divina Inteligência”.
Festa budista para o Bodhisattva da Sabedoria.

Anuário da Grande Mãe

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